Sexta-feira, Junho 17, 2005

Tirando as teias de aranha...

Não, esse blog ainda não acabou pessoal. Tá certo que a equipe deu uma certa esquecida de alguns longos meses... mas voltamos, ou melhor eu voltei, mas em breve os demais também retornaram (assim espero)!!!

CinetvPosts

Como hoje eu estou pouco inspirado para escrever uma resenha, eu copiei está aqui de um site especializado... espero que gostem!!!

"Há 28 anos, o mundo achou estranho que um filme começasse com um longo texto amarelo explicando a história até ali. Mas a estranheza foi prontamente transformada em fascínio quando a primeira nave espacial cruzou a telona.

Mais tarde, graças ao velho sábio Ben Kenobi, ficamos sabendo mais sobre esses eventos prévios. "Um jovem jedi chamado Darth Vader, que foi meu discípulo antes de se virar para o mal, ajudou o Império a perseguir e destruir os Cavaleiros Jedi. Agora os Jedi estão quase extintos. Vader foi seduzido pelo lado negro da Força". A frase, proferida por Sir Alec Guiness, sintetiza Star Wars: Episódio III - A vingança dos Sith e conta o final do filme quase três décadas antes dele ser produzido.

Assim, sem surpresas, o capítulo derradeiro da nova trilogia de Star Wars se contenta em colocar as peças finais em um quebra-cabeça cuja imagem já é velha conhecida de todos. Não é saber como ele vai ficar que importa. A diversão aqui é conhecer o encaixe das peças.

Enquanto os episódios I e II serviram para cimentar as bases da história, é o terceiro filme que traz as relações diretas com a Trilogia Clássica. É neste que vemos o nascimento de Darth Vader, a separação dos gêmeos Luke e Léia, a formação do Império Galáctico e o extermínio dos Jedis. É o longa que justifica a existência dos dois primeiros.

Porém, de fato, apenas parte dele merece o mérito de "salvar a nova trilogia" (como se filmes com 1,5 bilhão de dólares somados em rendimentos só nas bilheterias necessitassem de salvamento). Quase 90 minutos do Episódio III não agregam nada à série. A ação, claro, é tecnicamente deslumbrante (outra vez), mas traz as mesmas batalhas CGI e diálogos sem alma dos outros novos filmes que tanto irritaram os fãs mais velhos.

Dessas duras críticas, dá pra tirar uma lição. Os efeitos especiais não devem ser julgados pela sua técnica, mas pela maneira como ajudam a história a estimular a imaginação do público. O que vale mais? Um Yoda de borracha explicando de maneira quase poética a natureza da Força, esse conceito quase religioso, ou um saltitante mestre Jedi digital sem uma linha sequer de bom diálogo?

O equilíbrio da Força

Começando no exato ponto em que a telessérie animada Clone Wars (superior em narrativa e emoção à primeira metade de Sith) parou, o filme abre com uma gigantesca batalha espacial que serve de pano de fundo para a missão de resgate de Anakin Skywalker (Hayden Christensen) e seu mestre, Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), ao chanceler Palpatine (Ian McDiarmid). O político foi sequestrado pelo General Grievous, discípulo meio-alienígena meio-robô do Conde Dookan (Christopher Lee). A seqüência coloca em andamento eventos que, de fato, servem apenas para afastar Obi-Wan de Coruscant e deixar Anakin mais perto das tentadoras ofertas de poder oferecidas por Palpatine. Enquanto isso, lá vêm mais daquelas constrangedoras cenas de amor com diálogos ruins (o calcanhar de Aquiles de George Lucas como roteirista)... mas quando dá até pra começar a lamentar a triste sina da saga, os 45 minutos finais surgem como "aqueles que vão restaurar o equilíbrio da Força".

Conforme o jovem Skywalker cede ao Lado Negro, a história ganha emoção. A tensão cresce e o quebra-cabeça vai ficando bonito. A cada peça, aumenta o nervosismo e o filme se revela como o mais selvagem e sombrio de toda a saga. A batalha no planeta de lava Mustafar é antológica e seu final, memorável. O momento em que o capacete negro de Darth Vader surge na tela - como nunca havia aparecido, por dentro - é daqueles de fazer parar de respirar. Felizmente, o próprio filme nos lembra que é hora de encher os pulmões novamente ao tocar pela "primeira vez" a cadenciada respiração do vilão (essa nós devemos ao genial designer de som Ben Burtt).

Com esse final, Star Wars recupera a grandeza do passado e nos lembra dos motivos pelos quais a aventura espacial arraigou-se na cultura pop. Melhor ainda, traz uma relevância política à saga que, até então, não era tão facilmente enxergada. É que no Episódio III Lucas abusa das referências à política estadunidense de George Bush. Ele diz que não, que era apenas coincidência, mas trechos de discursos do atual presidente dos Estados Unidos estão lá, nos lábios do ex-chanceler agora imperador galáctico, Palpatine. "Você já se perguntou se não estamos do lado errado? Se a democracia pela qual lutamos já não existe mais?", quaestiona Padmé Amidala (Natalie Portman) a Anakin. Excelente.

Enfim, 28 anos depois, caem finalmente as cortinas. Se a qualidade demonstrada na parte final de Episódio III tivesse aberto a nova trilogia, teríamos, sem dúvida, três novos clássicos nos cinemas. Mas se não dá pra voltar no tempo, pelo menos este capítulo final da cinessérie abrirá novas portas para a franquia. Depois da atração principal, o bis existirá na forma de seriados para a TV. E que a Força esteja conosco. O coração dos fãs não aguentaria um novo Jar Jar Binks..."

Bom é isso... em breve teremos um post completo com as demais seções!!!

Vlwwwwwwwwwww!!!
E até a próxima!!!

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Visitem o Takrono...

TakronO


Hastley® - 1:23 PM



Sábado, Novembro 20, 2004

Bom, eu Hastley®, gostaria de agradecer, junto com os demais da equipe, pelos comentários do nosso ultimo post!!! É enaltecente ver o nosso esforço reconhecido, vlwww!!!! Eu gostaria de anunciar tbm a nova template, do Angra (pra quem naum conhece), opção escolhida por mim, quando ganhei a votação para a nova template na última quinta!!!

Cineposts agora é...Cinetvposts

Blade Trinity

Elenco: Wesley Snipes, Kris Kristofferson, Jessica Biel (Regras da Atração), Ryan Reynolds (O Dono da Festa), Dominic Purcell, Triple H, Steve Braun.
Direção: David Goyer


Sinopse: Durante anos Blade lutou contra os vampiros protegido pelas sombras da noite, sem que nosso mundo soubesse de sua existência. Mas, agora que a Nação Vampira traçou um plano para incriminá-lo em uma série de brutais assassinatos e o FBI está em seu encalço, o herói é forçado a sair à luz do dia e unir forças com os Nightstalkers - um clã de humanos caça-vampiros que ele, até então, desconhecia. Juntos, Blade e os Nightstalkers enfrentarão a derradeira batalha, uma luta cujos rastros de sangue levarão diretamente ao vampiro original, o legandário Drácula!

No novo filme da série do vampiro herói da Marvel Comics, Blade terá que lutar contra a vilã Danica Talos, que planeja ressuscitar um homem conhecido como Drake, na verdade, uma modernização de Drácula.
Blade, que agora foi descoberto pelo FBI, irá contar com a ajuda de vampiros do "Nightstalkers", bando liderado por Abigail (Biel) e Hannibal (Reynolds).

Por Shark


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Rock e etc...

A partir de hoje eu vou postar sobre o Foo Fighters (mesmo achando eles uma bosta!!!) porq meus amigos de blog me pressionaram pra isso!!! Então a 1ª parte do post vai falar sobre a origem do nome da banda. Boa leitura!!!

Origem do nome

A origem do nome Foo Fighters tem a seguinte explicação : no final da segunda guerra mundial , a força aérea norte- americana avistou objetos voadores não identificados no espaço aéreo alemão, e esses objetos voadores não identificados foram chamados de "Foo Fighters" e "Kraut Balls". Há quem diz que "Foo Fighters" era o nome das naves extraterrestres de pesquisas, que chegam antes das naves principais para colher informações sobre os planetas. Acredita-se tambem que Foo Fighters era o nome de uma arma secreta alemã. Mas o motivo que levou Dave Grohl batizar o nome da banda de Foo Fighters foi por acreditar serem realmente OVNIs "objetos voadores não identificados" ja que ele se interessa tanto por óvnis, inclusive já disse à impresa já ter visto um extra-terrestre.

Por The Immortal


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Só Games

FIFA 2005

A Eletronic Arts anunciou o lançamento do FIFA Soccer 2005 para Xbox, Ps2, GameCube, Game Boy Advance, PsOne e PC.
O jogo está totalmente reformulado nessa edição, proporcionando muitas emoções. São 350 times d todo o mundo e uma liga nacional com dezesseis clubes.
E lógico q as nossas músicas também fazem parte do jogo. Nesse ano quem nos representa é Marcelo D2, Ivete Sangalo e o conjunto Inverga + Num Quebra.
Além disso EA Games e FIFA criaram o FIFA Interactive World Cup, o primeiro torneio internacional de futebol mundial. A etapa nacional será em novembro, dia 6, no Rio de Janeiro e a final está marcada para Zurique (Suíça) no dia 20 de dezembro.Vlw por todos q comentaram no post passado...Um abraço à todos!!!

Por Grohl


Hastley® - 8:17 PM



Segunda-feira, Novembro 08, 2004

Cineposts.

Seguindo uma constante de Hollywood nos ultimos tempos,"O Exorcista: O começo." retrata uma história antes do primeiro filme, o grande sucesso de 1973, que teve na época a direção de William Friedkin. E nesse novo filme, a direção, depois de passar por John Frankenheimer (que não pode dirigir, por que na época das filmagens, estava com terriveis dores de coluna) e Paul Schrader (este foi demitido, pois não agradou os produtores, com poucas cenas de sustos e tudo que pede o filme). Então Renny Harlin foi contratado, inicialmente ele apenas faria umas modificações (adicionando mais cenas de sustos, que como eu disse a pouco, eram poucas, com Schrader). A resenha deste exelente filme vocês podem ler abaixo:

Cairo, Egito, 1949. O arqueólogo Lankester Merrin (Stellan Skarsgard), um ex-padre (pois perdeu a fé quando ainda era sacerdote durante a 2ª Guerra Mundial e teve de escolher 10 pessoas para serem executadas, senão todos seriam mortos, e estas lembranças o atormentam sempre), recebe de Semelier (Ben Cross), um colecionador de antigüidades, a missão de ir a uma escavação promovida pelo governo inglês na região de Turkana, Quênia, e recuperar um objeto que estaria soterrado junto a uma igreja cristã bizantina do século V. O local estava sendo escavado pelo questionamento do que uma igreja faria num lugar onde ainda não chegara o cristianismo. Chegando ao local Merrin é recebido por Francis (James D'Arcy), um padre, e Chuma (Andrew French), um nativo, e é apresentado a outros que também participam da escavação, como Jeffries (Alan Ford), que possui o rosto desfigurado mas almeja sem êxito amor de Sarah Novak (Izabella Scorupco), uma médica que cuida dos nativos. Merrin constata que a igreja está inexplicavelmen-te intacta, como se tivesse sido soterrada no dia em que foi concluída. Pela cúpula Merrin e Francis entram na igreja, se deparando com esculturas de soldados com as armas voltadas para baixo e um crucifixo com o Cristo também com a cabeça para baixo, o que é uma profanação. Durante a escavação fatos mórbidos surpreendentemente acontecem, como a dilaceração por hienas de James (James Bellamy), o filho de um nativo. Entretanto Joseph (Remy Sweeney), o irmão mais novo, saiu ileso, pois as hienas agiraram como se ele nem estivesse ali. Merrin fica sabendo que os nativos crêem que aquele lugar é amaldiçoado e pergunta a Sarah informações maiores sobre o que estava acontecendo. Ela diz que o chefe da escavação, Bession (Patrick O'Kane), enlouquecera e estava num sanatório em Nairobi. Merrin acha na tenda abandonada por Bession vários desenhos do que ele vira durante a escavação na igreja. Em Nairobi Merrin encontra Bession no hospício, porém este se mata na sua frente e diz "Deus não está mais aqui, padre", a mesma frase que ele já ouvira de um oficial nazista quando foi obrigado a fazer uma terrível escolha. Conversando com o padre Gionetti (David Bradley), o diretor do sanatório, Merrin descobre que onde a igreja fora erguida havia um templo de sacrifícios humanos e que houvera, há 1500 anos atrás, um massacre liderado por um padre, em que uma série de possessões aconteceram e diversos exorcistas tentaram suprimir o mal, mas este ainda permanecia no local. Gionetti pede a Merrin para fazer um exorcismo, mas ele nega dizendo não ser mais padre. Mesmo assim ele lhe dá um livro de exorcismo, sendo que Merrin não imaginaria como este presente lhe seria útil. Querem saber mais?, vão se fuder,não vou contar o filme todo, agora vão conferir no cinema .O Exorcista - O Início é o 4º de uma série de filmes baseados nos personagens. Os demais são O Exorcista (1973), O Exorcista II - O Herege (1977) e O Exorcista III (1990).O orçamento de O Exorcista - O Início foi de US$ 40 milhões."O filme é bom, só peca pelo uso excessivo de crianças para ser mais impactante e criar um ambiente de terror. Concordo com muitas pessoas que dizem que o filme só faz rir, mas temos que levar em consideração que este é o primeiro (o início).Pra quem foi ao cinema esperando não dormir à noite, infelizmente quase dormiu na poltrona do cinema.A história é boa, os atores também, porém a parte que toca o exorcismo propriamente dito é muito fraca e pouco focada, ao contrário do primeiro filme."

O Exorcista - O começo (Poster)

Bom pessoal, esperamos que tenham gostado...e recomendamos que assim que puderem, assistam ao filme tbm!!! Vlwwwwwwwwwwww!!!!

Por Hastley® e Shark


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Rock e etc...

Dimmu Borgir: peso do Black Metal e memoráveis orquestrações.

Dimmu Borgir é uma área onde a atividade vulcânica localizada ao redor do lago Mývatn esculpiu estranhas formas de lava à sua volta (a ultima erupção deu-se em 1984). Este local é composto de várias formações rochosas (das mais variadas e estranhas formas) e de cavernas. Kirkjan (trad. igreja) é o nome da mais famosa caverna do lugar e esta recebe o nome por lembrar as igrejas de arquitetura gótica.
O Dimmu Borgir iniciou suas atividades em 1993 na Noruega, país de origem de Shagrath, Silenoz e Tjodalv que foram os fundadores da banda. A banda ficou completa quando Brynjar Tristan entrou para assumir o baixo e Stian Aarstad os teclados. Com atmosféricas melodias de teclado, agressivo trabalho das guitarras, bateria destruidora, vocais crus/rasgadões e uma pitada de vocais melódicos/operísticos caracterizam a música do Dimmu Borgir. Eles são musicalmente inspirados pelo heavy e black metal dos anos 80 além dos compositores clássicos, como Wagner e Dvorak, que também os inspiram.
Em 1994 eles lançaram o EP Inn I Evighetens Morke (trad. ¿Na Eternidade da Escuridão¿) pela Necromantic Gallery Productions. O sucesso foi tão grande que atraindo o público underground europeu o EP se esgotou em questão de semanas. Conseguiram então um contrato com o selo No Colour Records e lançaram o For All Tid no final do mesmo ano. O álbum contou com participações de músicos influentes na Europa. Os integrantes permanecem os mesmos do EP.
O ano de 1996 foi muito importante para o sucesso do Dimmu Borgir, pois marcou o lançamento do álbum Stormblast, que os consagrou como uma das melhores bandas de black metal já conhecidas. Lançado pelo selo Cacophonous Records o álbum conservou a melodia e atmosfera, cada vez mais harmoniosas, que caracterizam a banda. Uma mudança notável: Shagrath que até então era responsável pelo vocal e bateria, ficou com o vocal e guitarra, deixando a bateria para Tjodalv.
Ainda em 1996 eles lançam o MCD Devil¿s Path. A grande mudança é que agora a banda passa a escrever suas letras em inglês para alcançar um público maior. O destaque deste lançamento é a música que dá título ao disco. Outra mudança é que Aarstad estava envolvido em problemas particulares e não pode gravar os teclados, então Shagrath assumiu esta parte. Além disto Tristan saiu e Nagash ficou responsável pelo baixo.
Em 1997 o Dimmu Borgir assina contrato com a Nuclear Blast, um dos principais selos de metal do mundo, pois assim seus cd¿s teriam a divulgação e distribuição que merecem. Ainda neste ano a banda lança o Enthrone Darkness Triumphant, um disco que teve como produtor Peter Tagtren que, é claro, fez um trabalho maravilhoso. Agora então com a Nuclear o Enthrone vendeu muito mais que os álbuns anteriores e mostrou uma grande evolução (tanto por parte da banda, como pela produção), isso gerou comentários de certas pessoas que acusavam a banda de ter se vendido, mas na verdade o Dimmu Borgir estava tornando o Black Metal mais acessível para o público, sem tirar a agressividade e modificando a melodia de suas composições.
Curiosidade: a letra da música Tormentor of the Christians Souls não faz parte do encarte deste álbum. A Nuclear Blast se negou a colocar a letra pelo impacto que seu conteúdo poderia causar.
Problemas resolvidos, Aarstad estava de volta aos teclados e Astennu ingressou na banda para que assim Shagrath pudesse se dedicar inteiramente ao vocal e à sua performance no palco. E não foi a primeira vez que um outro guitarrista esteve no Dimmu, Jens Petter havia tocado na banda em shows na época do Stormblast. Astennu é australiano, e foi para a Noruega gravar com seu projeto Carpe Tenebrum, que antes se chamava Lord Kaos. O mesmo tocava no Covenant (que atualmente se chama Kovenant) e logo depois tornou-se membro do Dimmu Borgir.
Depois da turnê do Enthrone Tjodalv também se afastou da banda para se dedicar mais à sua família, pois sua filhinha tinha acabado de nascer. Agressor (que na época era músico de estúdio) foi quem substituiu Tjodalv. Nesta mesma época Stian Aarstad teve problemas com o agendamento de alguns shows e conseqüentemente isto gerou certas discórdias dentro da banda, o que provocou sua saída. Atualmente faz parte da banda norueguesa Enthral que também toca Black Metal.
Kimberly Goss, ex-integrante do Therion passou para os teclados onde ficou pouquíssimo tempo, já que havia sido chamada para um trabalho temporário. Atualmente ela é a líder da banda Sinergy.
Então entra para a banda o jovem tecladista norueguês Mustis. Sua primeira participação no Dimmu Borgir foi no Dynamo. Anteriormente Mustis não havia tocado em nenhuma banda de renome e sua entrada na banda foi de grande importância.
No final de 1997 a banda relança o álbum For All Tid com duas músicas bônus do EP Inn I Evighetens Morke. E ainda neste ano é lançado o vídeo Live & Plugged com o clipe de Mourning Palace e várias entrevistas com a banda.
Em 1998 a banda lança o cd Godless Savage Garden que possui duas músicas inéditas (Moonchild Domain e Chaos Without Prophecy), dois re-lançamentos, a música Metal Heart que é um cover da banda Accept e três músicas ao vivo. Os críticos gostaram tanto deste álbum que o mesmo foi indicado para o Spellemannsprisen, o Grammy norueguês, na categoria metal, onde tocou ao vivo a música Grotesquery Conceiled que faria parte do próximo álbum da banda.
Em 1999 é lançado o álbum Spiritual Black Dimensions, que continua com a grande produção de Peter Tagtren. Mais uma incrível obra prima do Black Metal, onde Mustis mostrou seu talento substituindo muito bem Aarstad. O baixo neste álbum ficou a cargo de Siemen Hestnaes, pois Nagash saiu para se dedicar à sua outra banda, o Kovenant.
Um mês depois do lançamento deste cd, o Dimmu dividiu um álbum com o Old Man¿s Child, entitulado Sons of Satan Gather for Attack.
Outra mudança neste mesmo ano foi a saída de Tjodalv no início da turnê do álbum Spiritual Black Dimensions, ele alegou diferenças musicais e ocupações pessoais (provavelmente com a família). Em seu lugar entrou Nicolas Barker (que já havia tocado com o Cradle Of Filth, Lock Up e Borknagar).
Infelizmente as gravações para o novo álbum ficaram atrasadas por causa da distância que Nicolas Barker tinha que enfrentar para participar dos ensaios com a banda, ele morava na Inglaterra e não podia sair sempre que precisava.
Durante o processo de criação do novo álbum, o guitarrista Astennu foi demitido, pois a banda disse que ele não estava se dedicando ao máximo. Então Galder, que já tocava no Old Man¿s Child, entrou como substituto.
Em 2000 a banda foi para o estúdio Fredman, na Suécia, para a gravação do álbum Puritanical Euphoric Misanthropia. Em 2001 o álbum foi lançado. As performances individuais são incríveis, pois cada um contribuiu para tornar este álbum um dos melhores da carreira do Dimmu Borgir (se não o melhor!), mas justiça seja feita, a incrível adaptação de Nick na banda, a grande evolução de Shagrath e de Siemen são incríveis. Claro que Galder e Mustis também são destaques com a fantástica combinação de guitarra e teclados. Nick já deu provas de sua competência em trabalhos anteriores, mas nada comparado à força e fluidez que conseguiu demonstrar. Siemen deu um toque impressionante às músicas com seu backing vocal, isso sem falar na supremacia imposta pelo baixo. Shagrath como sempre surpreendendo à todos com seu vocal cada vez mais tenebroso e brutal. Como se isso não fosse o bastante, o álbum ainda contou com a participação da Orquestra Sinfônica de Gothenburg. O resultado final, todos podem comprovar, foi praticamente a perfeição.

Por The Immortal


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Só Games

A Eletronic Arts anunciou q um demo da versão para PC d Need for Speed Undergroud 2, já está disponível.O demo tem 345 megas e permite q c possa dirigir pela área de Beacon Hill e correr no circuito e no drift de DownHill.Nessa versão, o carro é um Nissan 350Z mas, no jogo, mais d 30 carros estarão disponíveis.O game estará pronto para PC, PS2, Xbox e Gamecube a partir do dia 15 de novembro...Esse é meu 1° post da nova era do Stranger...Vlw!!!um abraço à todos q visitaram!!!

Por Grohl

Need for Speed.jpg


Hastley® - 7:07 PM



Sábado, Outubro 30, 2004

Cineposts.

Estamos mudando o Stranger pra melhor!!! Pra ficar algo, mais interesante para vcs leitores!!! Dps de uma reunião no chat do msn, decidimos dividi-lo em três seções, cada um de nós arbodaremos três assuntos, cinema, games e música!!! Vou falar sobre Cinema, com a ajuda de Shark, sempre com resenhas das estréias, ou dos demais filmes q vaum passar na tv!!! Além de curiosidades, erros de continuação, e entrevistas (retiradas de sites ou revistas)!!! Bom pessoal, minha parte, hj, é isso!!! Vlwwww e até!!!

Por Hastley®.

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Rock e etc...

Na minha parte, eu basicamente vou dar dicar sobre novas bandas nacionais ou internacionais de qualquer estilo dentro do rock, ou passar algumas datas, os locais e os preços de alguns shows aqui no rio ou fora do dele. Quando alguma banda lançar um cd novo eu posso colocar aki um comentário sobre ele ou alguma matéria sobre uma banda que algum leitor pedir.

Por The Immortal.

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Só Games.

Agora q o Stranger mudou de formato, minha tarefa será falar sobre o mundo dos games, lançamentos, dicas, macetes entre outros...Vlw...Aguardem!!!

Por Grohl


Hastley® - 11:33 PM







[ info ]

Nome: André Luiz.
Nick: Hastley®.
Idade: 18 anos (12/01/87).
Icq: 276235596.
MSN: hastley_metal@hotmail.com
Coluna: Cinetvposts
Bandas Favoritas: Iron Maiden, ShaamanAngra, Hammerfall,
Stratovarius e Helloween, Sepultura e várias outras...
Gosto: Pessoas sinceras, do meus amigos, do rock n' roll, dinheiro ( quem não gosta!!!),
de conversar, futebol (salve o mengão!!!!)
Não gosto: Drogas, pessoas falsas, da situação que o Brasil se encontra hoje,
Vasco da Gama, internet discada e outras coisas.
Hobby: Ouvir música, andar de sk8, ler e navegar na net.

Nome: Fábio.
Nick: Log@n Grohl.
Idade: 19 anos (21/09/85).
Icq: 255146105 .
MSN: fabiodenikit@hotmail.com
Coluna: Só Games
Bandas Favoritas: Foo Fighters, Pearl Jam, Metallica e System Of a Down.
Gosto: Ouvir música, mexer no pc, jogar Warcraft III,
ir ao cimena, e mulheres bonitas.
Não gosto: Pessoas falsas e mentirosas, física,
e mulheres desprovidas de beleza exterior e interior.

Nome: Guilherme.
Nick: The Immortal.
Idade: 18 anos (26/06/87).
Icq: 276235596.
MSN:
guilherme_260687@hotmail.com
Coluna: Rock e etc...
Bandas favoritas: Shaman, Angra, Nightwish e Viper.
Gosto: de ler e escrever, de Lua, da solidão, de gatos e da noite.
Não gosto: pessoas populares, do Sol, de cachorros e do dia.
Hobby: Ouvir música (metal), dormir e ficar na net.

Nome: Rafael Pessoa.
Nick: Axl Rose.
Idade: 18 anos (06/01/86).
Icq: 325736025.
MSN: rafaelguns411@hotmail.com
Coluna: Só Games
Bandas: Guns N' Roses, Pitty, Silverchair e Charlie Brown Jr.
Gosto de: Namorar, andar de sk8, ouvir rock, estar com a família.
Não gosto de: Funk, pagode, axé, net discada e pessoas metidas.
Hobby: Andar de sk8 e tocar violão.

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